A Prefeitura de Campo Grande deve abrir nos próximos dias a licitação de um programa de recapeamento que contemplará as sete regiões da cidade. O pacote de obras está estimado em cerca de R$ 40 milhões, com previsão de início para o próximo ano.
O anúncio foi feito pelo secretário de Infraestrutura, Marcelo Miglioli, que destacou a inovação do projeto. “Será um programa diferente de tudo que já fizemos, com uma modelagem inédita”, afirmou.
Cada região da Capital terá seu próprio contrato: Centro, Segredo (norte), Prosa (leste), Bandeira (sudeste), Anhanduizinho (sul), Lagoa (sudoeste) e Imbirussu (oeste). Assim, cada empresa vencedora ficará responsável pelo recapeamento de uma área específica.
Para aumentar a eficiência, a prefeitura comprará a massa asfáltica diretamente da usina, em parceria com o Consórcio de Municípios da região central do Estado, do qual Campo Grande faz parte. Segundo Miglioli, essa estratégia permitirá reduzir custos e agilizar o andamento das obras. “Vai baratear o custo, além de trazer mais dinamismo e produtividade”, destacou.
O secretário reconheceu que o estado do asfalto na cidade é um problema crítico, mas reforçou que medidas estão sendo tomadas para restaurar pavimentos comprometidos em ruas e avenidas principais.
Tapa-buracos como medida temporária
Enquanto o recapeamento não é iniciado, o município continuará priorizando o serviço de tapa-buracos. A meta é intensificar os trabalhos para atender primeiro os trechos mais críticos até o fim do ano.
Na semana passada, Miglioli apresentou a situação aos vereadores durante sessão na Câmara Municipal, detalhando os planos e ações emergenciais para melhorar a infraestrutura viária da Capital.




