A Prefeitura de Campo Grande promoveu, na manhã desta terça-feira (9), uma reunião técnica para alinhar o andamento dos empreendimentos vinculados ao Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), na modalidade Fundo de Arrendamento Residencial (FAR). O encontro contou com a presença de representantes das construtoras ZEV, Engepar e Trento, responsáveis por diferentes projetos em andamento na Capital.

No total, foram avaliadas 1.280 novas unidades habitacionais que serão distribuídas por bairros distintos da cidade. Entre os empreendimentos analisados estão o Residencial Zélia Gattai, no Bairro Tarumã, com 160 apartamentos de 47,10 m² e área de lazer; o Residencial Leblon, no Jardim Leblon, que prevê 192 unidades com sacada e estrutura voltada ao convívio social e esportivo; e o Residencial Antônio Ferreira Barbosa, no Bairro Centenário, com 192 apartamentos de 48,59 m², distribuídos em 12 blocos, além de academia, playground, quiosques, redário e quadra de beach tennis.

Outro destaque é o conjunto de três Residenciais Multifamiliares Verticais que serão erguidos no Bairro Los Angeles. O projeto prevê 736 apartamentos distribuídos em 46 torres, cada um com aproximadamente 42 m², incluindo dois quartos, sala, cozinha, banheiro, área de serviço e varanda. O modelo busca unir funcionalidade e qualidade de vida, priorizando o conforto e a integração comunitária dos futuros moradores.

“Nosso trabalho é fazer com que a prefeitura deixe de ser uma trava para o crescimento da cidade e o atendimento às pessoas, com necessidade em ter uma moradia. Quanto mais rápido ouvimos o mercado, mais rápido avançamos com os projetos, principalmente os de interesse social da cidade. Tivemos o feirão da habitação agora em agosto e foram R$ 63 milhões movimentados e 250 apartamentos comercializados. Soluções como essa são importantes para podermos avançar e diminuir o déficit de habitação da nossa Capital”, destacou a prefeita Adriane Lopes.

O diretor da ZEV Construtora, Philipe F. B. Fajer, também ressaltou o impacto da parceria com a administração municipal. “Atuamos praticamente em todo o Brasil e identificamos em Campo Grande uma cidade importante, em pleno desenvolvimento, ideal para a implementação de um programa Faixa 1. Esse diálogo com o poder público é fundamental e fiquei muito satisfeito com a recepção, porque alguns municípios são bastante fechados para novas possibilidades. Aqui, ao contrário, vemos muitas pessoas reunidas e empenhadas em fazer acontecer. Isso é muito positivo, porque muitas vezes precisamos batalhar para o projeto avançar, enfrentando a burocracia. Em Campo Grande, enxergamos a Prefeitura como parceira, o que certamente será um motor para ampliar a oferta de habitação no município”, afirmou.

O FAR 1, modalidade do Minha Casa Minha Vida voltada às famílias de baixa renda, garante acesso à moradia digna com subsídio quase integral do Governo Federal. Essa linha dispensa financiamentos bancários tradicionais e beneficia justamente quem mais precisa. Além de garantir inclusão habitacional, os empreendimentos do FAR 1 também movimentam a economia local por meio da geração de empregos e renda durante o período das obras.

“Campo Grande tem se destacado no cenário nacional pela forma como conduz sua política habitacional, sempre com foco em atender quem mais precisa. A parceria com a iniciativa privada é essencial para avançarmos em projetos dessa magnitude, que representam dignidade e novas oportunidades para milhares de famílias. Agradeço à prefeita Adriane Lopes, que não mede esforços para manter a habitação como prioridade em nossa cidade. Esse compromisso é o que nos permite transformar sonhos em realidade”, concluiu o diretor-presidente da EMHA, Claudio Marques.