O Centro concentra a maior parte da preferência dos leitores quando o assunto é a compra de material escolar. Ao todo, 56% afirmaram escolher a região para adquirir os itens, enquanto 19% optam pela internet. As papelarias de bairro aparecem na sequência, com 13% das respostas, e as grandes redes são a escolha de 12%.
O comportamento dos consumidores está diretamente ligado à tentativa de economizar diante das diferenças de preços identificadas em pesquisa do Procon-MS, divulgada em dezembro de 2025. De acordo com o levantamento, alguns produtos apresentaram variação de até 326,5% nos estabelecimentos de Campo Grande.
A maior discrepância foi registrada na caneta Bic Cristal Fashion com quatro cores, encontrada por valores entre R$ 3,40 e R$ 14,50. Outro exemplo é o apontador com depósito, cujo preço oscilou de R$ 3,09 a R$ 12,90. Já o lápis comum foi vendido entre R$ 0,39 e R$ 1,50.
Além de orientar os consumidores sobre a pesquisa de preços, a secretaria reforça que as instituições de ensino só podem exigir materiais de uso individual do aluno e que estejam diretamente ligados às atividades pedagógicas. A solicitação de produtos de limpeza ou itens administrativos é vedada por lei, uma vez que esses custos devem estar previstos na mensalidade escolar.




