A Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS) oficializou, por meio de publicação no Diário Oficial do Parlamento nesta quarta-feira (19), a criação de duas novas frentes parlamentares e a extensão do prazo de um grupo já existente. Os novos colegiados abordarão questões ligadas à Rota Bioceânica e à Assistência Social, enquanto a frente relacionada às Santas Casas e hospitais filantrópicos teve seu funcionamento prorrogado.
Os Atos 21/2025 e 22/2025 tratam da formação das Frentes Parlamentares em Defesa da Rota Bioceânica Rodoferroviária e Energética e em Defesa da Assistência Social, respectivamente. Já o Ato 23/2025 amplia a atuação da Frente Parlamentar que apoia Santas Casas, hospitais beneficentes e comunidades terapêuticas.
A Frente Parlamentar em Defesa da Rota Bioceânica Rodoferroviária e Energética, instituída pelo Ato 21/2025, tem como objetivo monitorar investimentos e iniciativas voltadas à implantação do projeto, além de sugerir e debater diretrizes para sua efetivação. O grupo é coordenado pelo deputado Zeca do PT e conta com a participação de outros 22 parlamentares, incluindo representantes de diversos partidos como Republicanos, PSDB, PL, PP, MDB e PT.
Já a Frente Parlamentar em Defesa da Assistência Social, estabelecida pelo Ato 22/2025, visa impulsionar e supervisionar políticas voltadas ao fortalecimento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) em âmbito estadual e federal. O grupo é liderado pelo deputado Lidio Lopes e conta com a adesão de parlamentares como Caravina, Jamilson Name, Marcio Fernandes, Paulo Corrêa, Paulo Duarte, Renato Câmara e Zé Teixeira.
Continuidade na defesa da saúde
A Frente Parlamentar de Defesa das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos do Estado, sob a coordenação do deputado Pedrossian Neto, teve seu prazo de atuação prorrogado até o final de 2026, abrangendo a 3ª e 4ª Sessão Legislativa da 12ª Legislatura.
No último dia 17, o deputado também promoveu uma audiência pública na ALEMS para discutir a situação financeira da Santa Casa de Campo Grande. Durante o encontro, foi revelado que o hospital enfrenta um déficit anual de R$ 158,85 milhões, decorrente do descompasso entre os recursos recebidos e os custos operacionais da instituição.




