O Hospital do Coração, em Campo Grande, passou a reforçar o acompanhamento preventivo de pacientes após a nova diretriz brasileira que reclassificou a pressão arterial de 120/80 mmHg como pré-hipertensão — um alerta que amplia a necessidade de monitoramento
antes mesmo do diagnóstico da doença. A unidade atua com avaliação especializada e exames para identificar riscos precocemente e orientar mudanças no estilo de vida.

DGBB Comunicação & Estratégia

A mudança, publicada em 2025, acompanha uma tendência nacional de crescimento da hipertensão e busca antecipar intervenções. Segundo o cardiologista do Hospital do Coração, Dr. Gustavo Anzolin, o foco agora é agir antes que a doença se instale.
“Pelo fato de a hipertensão arterial ser, na maioria das vezes, silenciosa, tanto a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) quanto a Sociedade Europeia
perceberam a necessidade de abordar medidas preventivas antes mesmo de a doença se instalar no indivíduo”, explica.
Prevenção e mudança de abordagem Na prática clínica, a principal mudança está na abordagem do paciente que
antes era considerado dentro da normalidade. “Na prática, na grande maioria das vezes, o paciente com pressão 120x80 mmHg não precisará receber
tratamento medicamentoso. Ao invés disso, ele será encarado como um paciente com maior risco de desenvolver hipertensão”, afirma.
Segundo o médico, a conduta passa a ser preventiva. “A palavra-chave aqui não é tratar, mas sim prevenir”, destaca.
Esse cuidado se torna ainda mais relevante diante do caráter silencioso da doença. “Na grande maioria das vezes, a hipertensão não causa sintomas, passando despercebida. Quando já instalada, com certeza já está causando lesões em órgãos-alvo”, diz.
O avanço da hipertensão no Brasil está diretamente ligado ao estilo de vida da população. Sedentarismo, alimentação desbalanceada, obesidade, estresse
crônico, privação de sono, tabagismo e etilismo estão entre os principais fatores associados.
Riscos, controle e estrutura de atendimento A reversão da pré-hipertensão é possível, desde que haja mudança de hábitos.
“O segredo está no que chamamos de medidas não farmacológicas, ou seja, mudança do estilo de vida: alimentação adequada, atividade física, controle do
peso, regularização do sono e do estresse, além da cessação do tabagismo e do etilismo”, explica o cardiologista.
O especialista também alerta para o crescimento de casos entre jovens. “Devido ao sedentarismo, dieta desbalanceada e hábitos nocivos, cada vez mais jovens
estão sendo diagnosticados com hipertensão”, afirma. Segundo ele, a DGBB Comunicação & Estratégia prevenção deve começar cedo, com incentivo a hábitos saudáveis desde a infância.
Quando não controlada, a hipertensão pode levar a uma série de complicações graves, como infarto, AVC, insuficiência cardíaca, doença renal crônica,
demência vascular, alterações oftalmológicas e doença arterial periférica.
A meta de controle também passou a ser mais rigorosa. “De forma geral, busca-se manter a pressão arterial abaixo de 130/80 mmHg, especialmente em
pacientes de maior risco cardiovascular”, pontua.
Em Mato Grosso do Sul, o cenário segue a mesma tendência da população brasileira, com impacto direto de fatores como obesidade, sedentarismo e
alimentação desbalanceada.
O Hospital do Coração dispõe de uma estrutura voltada ao cuidado integral do paciente hipertenso, desde a prevenção até casos de maior complexidade. A
unidade oferece avaliação cardiológica especializada, estratificação de risco cardiovascular, exames complementares avançados e acompanhamento por
equipe multiprofissional, com foco em diagnóstico precoce, prevenção e tratamento individualizado.

SERVIÇO – GRUPO SANTA (UNIDADE MATO GROSSO DO SUL) HOSPITAL DO CORAÇÃO
Endereço: Rua Marechal Rondon, 1703, Centro – Campo Grande/MS
Telefone: (67) 3323-9119 / (67) 3323-9150
SOBRE O GRUPO SANTA:
Fundado em 1963, o Grupo Santa nasceu da união de médicos visionários que
idealizaram o primeiro hospital privado de Brasília. Desde então, o Grupo
cresceu e se consolidou como referência em alta complexidade, tornando-se o
maior conglomerado hospitalar privado do Centro-Oeste. Hoje, reúne 12
unidades de saúde, entre hospitais gerais e centros especializados, presentes
no Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo. As
unidades atuam em diversas frentes, com destaque para a assistência hospitalar
de alta complexidade, diagnóstico por imagem e atenção multiprofissional
integrada.