Quase três anos à frente do Comando-Geral da PMMS (Polícia Militar de Mato Grosso do Sul), o coronel Marcos Paulo Gimenez foi exonerado do cargo, em decreto assinado pelo governador Eduardo Riedel (PSDB), nesta quarta-feira (18). 

Na publicação consta que a exoneração foi a pedido. A reportagem ligou para Gimenez, mas até o fechamento deste texto as ligações não foram atendidas e nem retornadas.

Quem assume o Comando-Geral era o então subcomandante, o coronel Renato dos Anjos Garnes. Com as trocas, quem fica no subcomando é a coronel Neidy Nunes Barbosa Centurião. Ela fez história no Estado ao ser a primeira mulher a conquistar o mais alto posto da instituição, em 2020.

Ainda nas mudanças feitas por Riedel, Gimenez assume a chefia da Casa Militar, cargo ocupado até então pelo coronel Nelson Antônio da Silva. 

Currículo do comandante - Coronel Renato dos Anjos Garnes ingressou na carreira militar em 1993 como soldado do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul e em 1995, na carreira de oficial da Polícia Militar, na época com 25 anos de idade.

Ele foi Comandante de Pelotão, Chefe Seção de Operações 2ª CIPM (Corumbá); Comandante de Pelotão em Dourados; Comandante da 4ª Cia PMA/15° BPMA em Bonito; Subcomandante do 15° BPMA, cumulativamente com a Função de Comandante da 4ª Cia PMA de Bonito, Assessor Militar da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar; Assistente Subcomandante Geral PMMS; e Comandante do 9º BPM- Campo Grande.

Ficou à disposição do Ministério da Justiça e Segurança Pública, prestando serviço junto à Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública), na implantação do Sistema Único de Segurança Pública - SUSP, até assumir o subcomando, em maio de 2020, ao lado de Gimenez.

Currículo da subcomandante- Na carreira, Neidy passou pela Companhia de Trânsito, Policiamento Montado, 1° Batalhão, Comunicação Social, comando da Cavalaria e o subcomando da PM de Corumbá e do Batalhão Rodoviário, além do Centro de Equoterapia da Polícia, que teve como uma das fundadoras a policial militar. 

Crédito: Campo Grande News por Renata Volpe