Ministério Público, governo de Mato Grosso do Sul, Tribunal de Justiça, Defensoria Pública e Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) entraram em acordo para desmatar 191 mil m² de mata no Parque dos Poderes, em Campo Grande. 

A área total livre para terem árvores nativas do cerrado para serem derrubadas é de 19,13 hectares, sendo que a maioria pode vir abaixo para abrigar um novo edifício do Tribunal de Justiça, que ocuparia 67 mil m².

O mesmo acordo judicial também prevê que repartições públicas do Poder Executivo ampliem o estacionamento desmatando as adjacências dos prédios públicos. 

Para ampliar o estacionamento das secretarias e outros órgãos ligados ao Poder Executivo, o governo pretende suprimir 2.500 m² em média de mata atrás de cada secretaria (Justiça e Segurança Pública, Saúde, Educação, Procuradoria-Geral do Estado e Defensoria Pública, Secretaria de Administração e Controladoria-Geral, Secretaria de Fazenda, Secretaria de Administração) e da governadoria. 

o Procurador-Geral de Justiça, Alexandre Magno Benites de Lacerda; o promotor de Justiça Luiz Antônio Freitas de Almeida; a Procuradora-Geral do Estado Ana Carolina Ali Garcia; o presidente do Instituto do Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) André Borges Barros de Araújo, a secretária de Estado de Administração, Ana Carolina de Araújo Nardes; o Procurador-Geral Ajunto do Estado do Contencioso, Márcio André Batista de Arruda; o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, desembargador Sérgio Fernandes Martins; e o defensor-público geral de Mato Grosso do Sul Pedro Paulo Gasparini. 

Crédito: Correio do Estado por Eduardo Miranda