O setor de serviços de Mato Grosso do Sul segue em trajetória positiva e registrou alta de 0,1% em agosto, segundo dados divulgados nesta terça-feira (14) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O resultado marca o sétimo avanço consecutivo, acumulando crescimento de 2,6% no período.
De acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), na comparação com agosto de 2024, o volume de serviços do Estado apresentou aumento de 2,5%, completando 17 meses seguidos de resultados positivos. No acumulado de 12 meses, a alta foi de 3,1%, ligeiramente superior à registrada até julho (3,0%), indicando aceleração no ritmo de crescimento.
O desempenho favorável foi impulsionado por quatro das cinco atividades pesquisadas, com expansão em 45,8% dos 166 tipos de serviços analisados. Entre os setores que mais contribuíram para o avanço, o destaque foi o de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, que cresceu 3,3%. O resultado foi impulsionado pelo aumento na receita de transporte aéreo de passageiros, logística de cargas, transporte rodoviário e ferroviário, além das concessionárias de rodovias e do transporte dutoviário.
A PMS tem como objetivo medir, por meio de indicadores, os índices de receita nominal e de volume de serviços em todo o país. O volume é obtido a partir da deflação dos valores nominais, com base em índices de preços específicos para cada grupo de atividade e Unidade da Federação, permitindo acompanhar a evolução real do setor.
MS está entre os maiores crescimentos do país
Mato Grosso do Sul se destacou no cenário nacional ao registrar, em agosto, uma das maiores taxas de crescimento do país, com alta de 14,3% no volume de serviços em relação a agosto do ano anterior. O resultado colocou o Estado entre os quatro que mais contribuíram para o desempenho positivo do setor em nível nacional.
O levantamento do IBGE mostra que, na comparação anual, 19 das 27 unidades da federação tiveram expansão no volume de serviços. As maiores influências positivas vieram de São Paulo (4,0%), Distrito Federal (7,3%), Paraná (2,9%) e Mato Grosso do Sul (14,3%).




