Termina nesta quinta-feira (20) o prazo para matrícula nos programas de residência oferecidos pela Secretaria Municipal de Saúde de Campo Grande. As vagas contemplam as áreas de saúde mental e saúde da família, com bolsas que podem chegar a R$ 12 mil — consideradas entre as mais atrativas do país.

Na área de saúde mental, são ofertadas nove vagas para residência multiprofissional, distribuídas entre enfermagem, psicologia e serviço social, além de duas vagas para residência médica em psiquiatria.

Em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz, a Prefeitura disponibiliza em Campo Grande um dos programas de residência médica mais reconhecidos do Brasil. Ao todo, 36 médicos serão formados em Medicina de Família e Comunidade, com bolsas de R$ 12 mil.

A cooperação também assegura 45 vagas para residência multiprofissional em Saúde da Família, formando especialistas em áreas como educação física, enfermagem, farmácia, fisioterapia, odontologia, psicologia e serviço social.

Os candidatos aprovados na primeira chamada devem se apresentar na Gerência de Educação em Saúde, na sede da Secretaria, munidos da documentação exigida em edital. O não comparecimento dentro do prazo resultará em desclassificação, com convocação dos próximos colocados.

As atividades estão previstas para começar no início de março, com aulas teóricas e práticas realizadas nas unidades da Rede Municipal de Saúde.

No entanto, outro caso recente envolvendo instituições financeiras chamou a atenção das autoridades. Um criminoso, que agora é alvo de investigação da Polícia Civil, utilizava um telefone com DDD 46, da região sudoeste do Paraná. O valor desviado foi pulverizado em diversas contas bancárias, o que dificultou o rastreamento.

Outra cooperativa

No ano passado, a Sicredi União MS também foi alvo de golpistas em Campo Grande. O prejuízo chegou a R$ 220 mil.

De acordo com o boletim de ocorrência, posteriormente convertido em inquérito, os criminosos teriam clonado o celular de um diretor da cooperativa e, se passando por ele, iniciado contato com funcionários para solicitar transferências bancárias. A abordagem começou com mensagens enviadas a um assessor de recuperação de crédito, que forneceu o contato do setor responsável pelos pagamentos.

A funcionária encarregada das operações financeiras recebeu solicitações para realizar três transferências a contas no Banco Will, totalizando R$ 220 mil. Convencida de que se tratava de uma determinação legítima da diretoria, ela efetuou os repasses. Apenas depois surgiram dúvidas sobre a autenticidade do número utilizado pelos golpistas.

O dinheiro foi rapidamente distribuído em outras contas, dificultando a identificação do destino final dos recursos. Após o episódio, a funcionária foi demitida. A Polícia Civil segue reunindo depoimentos, comprovantes e registros de conversas na tentativa de identificar os responsáveis pelo golpe.