O site da Americanas voltou a funcionar na manhã desta quarta-feira (23) após quatro dias suspenso. O incidente teve início depois que a companhia registrou um "acesso não autorizado" em seus servidores. As lojas online do grupo varejista estavam indisponíveis desde domingo (20).
Em comunicado, a Americanas informa que está restabelecendo seus e-commerces "gradualmente e com segurança", e acrescenta que foi vítima de um incidente de segurança, mas "não há evidência de comprometimento das bases de dados".
Na abertura do pregão desta quarta na Bovespa, as ações da Americanas registraram alta de 7,39% em relação ao valor dos papéis na terça. De acordo com a consultoria Economatica, a empresa teve um prejuízo de R$ 3,4 bilhões desde sexta-feira (18).
No site da Americanas, os consumidores podem visualizar um aviso de que a loja está voltando de forma gradual e que produtos e funcionalidades também vão retornar aos poucos.
Por volta das 10h40 da quarta, os sites do Submarino, Shoptime e Sou Barato, que também pertencem ao grupo Americanas S.A., seguiam fora do ar.
Veja a nota completa da Americanas S.A.:
A Americanas informa que está restabelecendo gradualmente e com segurança seus ambientes de e-commerce desde quarta–feira (23/02), suspensos em razão de incidente de segurança do qual foi vítima entre os dias 19 e 20 de fevereiro. Não há evidência de comprometimento das bases de dados. As equipes continuam mobilizadas, com todos os protocolos de segurança, e atuarão para a retomada integral no mais curto espaço de tempo. A companhia reforça que a segurança das informações é sua prioridade e que continuará mantendo o mercado, clientes e parceiros atualizados.
Entregas podem atrasar
Em contato com os usuários do Twitter, o perfil da Americanas admitiu que o problema pode atrasar as entregas de compras feitas em suas lojas online. "Todos os pedidos serão entregues, mas por conta das instabilidades do site, poderão haver atrasos", explicou a Americanas na rede social. Os clientes do Submarino e do Shoptime recebem as mesmas mensagens.
Crédito: G1




