Uma equipe técnica demarcou, nesta sexta-feira (04), o local para a ampliação da Estação de Tratamento de Esgoto de Bonito (ETE). Este foi o pontapé inicial para as obras com investimento total de R$ 5.199.645,82, sendo R$ 2,5 do Governo Federal e 2.699.645,82 do município.
Tiago Moraes, coordenador da Sanesul, acredita que a atual Estação de Esgoto, construída em 2005, ainda consiga cobrir as demandas do município, mas sua ampliação irá gerar maior autonomia para o sistema e evitar danos ao meio ambiente em situações problemas, como em casos de uma quantidade elevada do número de visitantes e enchentes.
“Você incrementar qualificação de tratamento e aumentar a capacidade de tratamento físico-químico, vai garantir esgoto tratado saindo nos padrões químicos dos mananciais que Bonito precisa e também vai dar tranquilidade nos períodos de chuva, e quem vai ganhar, com certeza é a população de Bonito”, afirma.
O diretor de engenharia da Funasa, Mário Márcio, reforçou o destaque nacional de Bonito no Ecoturismo e, por isso, a necessidade de um saneamento à altura.
Celso Paschoal, diretor-presidente da Pantanal MS, compartilha da mesma opinião. "Bonito é uma referência nacional do turismo, já é uma referencia na questão do saneamento e então qualquer investimento que acontece vem muito ao encontro dessa política nacional do saneamento, que é garantir as melhores praticas e a universalização”, diz.
“Estamos muito felizes hoje com esse evento, porque ele é marco regulatório da qualidade do tratamento de esgoto no nosso município, que vai garantir que a cidade continue a crescer, sem perder a qualidade para quem nos visita e principalmente, para quem mora aqui”, reforça Ana Trevelin, secretária de Meio Ambiente de Bonito.
Já o prefeito da cidade, Josmail Rodrigues, destaca a importância de cada um se atentar aos problemas da cidade. "A gente precisa entender que os problemas da cidade são de todos e que cada um deve contribuir de alguma forma, no caso do saneamento, pode ser simplesmente não descartando óleo de cozinha no ralo, ou economizando agua nas atividades do dia-a-dia”.




